14 Termos de Finanças Pessoais demasiado confusos

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14 Termos de Finanças Pessoais Demasiado Confusos
São vários os termos de finanças que desconhece e com os quais está constantemente a ser confrontado? Tem a certeza que conhece todos os termos e mais alguns da literacia financeira?

Vamos lá colocar isso à prova! Abaixo apresentamos 14 conceitos entre os quais existe algum que certamente não tem conhecimento. Apostamos?

Conheça Alguns Termos de Finanças Pessoais Demasiado Confusos:

1. Juros Compostos

Os juros compostos são, nada mais, nada menos, do que juros que se geram sobre outros juros.  Por exemplo: quem tem um determinado depósito a prazo com uma determinada percentagem de juro de rendimento, vai acumulando juros sobre novos juros, o que, por sua vez, gera cada vez mais ganhos para o consumidor.  

2. Taxa de Juro Anual

Tal como o próprio nome indica, é a taxa de juro que se aplica aos 365 dias/ano. É muitas vezes confundida com a taxa de juro, porém tratam-se de coisas distintas.

Encaremos da seguinte forma: o juro é o custo de pedir dinheiro emprestado ao banco (sendo o lucro deste), enquanto a taxa de juro anual corresponde à percentagem de juros de um empréstimo que um consumidor deve liquidar quando pede crédito. A taxa de juro anual é geralmente mais elevada e engloba mais custos.

3. Percentagem de Rendimento Anual

Cada vez que abre uma conta-poupança, são originados juros todos os anos. A percentagem de rendimento anual consiste precisamente nesse ganho, podendo incluir os juros compostos.

4. Fundos Mútuos

Trata-se de um cabaz onde está reunido um conjunto de ações ou títulos para quem gosta de investir. Os fundos mútuos permitem fazer investimentos menores e em diversas empresas ou setores do seu interesse (portanto, apelam à diversificação do portefólio). Por serem tão abrangentes e variados, permitem, consequentemente, minimizar o risco do investimento.

5. Fundos de Investimento

São semelhantes a ações, podendo ser igualmente transacionados no mercado. Tal como um fundo mútuo, segue normalmente a performance de um fundo negociado na bolsa, como são os casos do PSI20 ou NASDAQ-100.

6. Diversificação

É uma forma de diversificar ao máximo os investimentos com vista a mitigar qualquer risco desnecessário.

Quem investiu todas as poupanças na altura da queda do mercado imobiliário, pode ter-se visto bem aflito e levado as mãos à cabeça. Daí que é sempre melhor diversificar os ganhos ou poupanças na maior variedade de títulos, ações, fundos e outros produtos financeiros.

7. Alocação de Ativos

Se distribuir o risco de investimento é o objetivo, a alocação de ativos é o meio para atingir esse fim. Deve alocar o dinheiro em diferentes categorias de bens: ações e fundos de investimento são os mais frequentes.

8. Rácio de Despesa

O rácio de despesa é o custo de deter um fundo mútuo, isto é, as despesas operacionais decorrentes desse fundo. Os rácios de despesa podem parecer pequenos, mas ao longo dos tempos podem sofrer grandes aumentos.

9. Reequilíbrio

Os investimentos tanto podem dar certo ou não, ou seja, o valor das ações pode aumentar ou diminuir, dependendo não só de fatores externos, como também do grau de conhecimento face ao que está a investir. Daí que este reequilíbrio diga respeito à compra e venda de títulos, desvalorização dos mesmos e, de certo modo, realização de um balanço final.

10. Declaração da Central de Responsabilidades de Crédito (CRC)

A Declaração da Central de Responsabilidades de Créditos é um documento que mapeia todos os registos de créditos que tem ou poderá ter em seu nome, bem como valores de dívidas, prazos entre outros.

11. Rendimento Líquido

Em termos técnicos, o rendimento líquido diz respeito a todos os ativos menos os passivos, mas, falando em termos de finanças mais correntes, o rendimento líquido é o proveito final após subtrair as despesas às receitas, por exemplo: tem uma renda de casa com um custo mensal de 350 euros e a prestação do carro no valor de 150 euros por mês. O seu ordenado é de 950 euros, logo o montante disponível (rendimento líquido) será de:

950€ – (350€+150€) = 450 euros mensais

12. Cash Flow

Este termo designa o saldo entre as entradas e saídas de capital de uma empresa durante um determinado período de tempo.

13. Custo de Oportunidade

É um dos termos de finanças bastante utilizado em conceitos económicos, onde está implicado que por vezes é necessário sacrificar determinada opção, vontade ou bem em prol de outros. Existe sempre uma perda face a algo.

14. Termos de Finanças: Corretor

É quem intevém durante a transação, que neste caso é a venda de ações (relação comercial entre o vendedor e comprador). Cabe, portanto, ao corretor apresentar ao(s) comprador(es) as características do que será negociado, disponibilizando as informações necessárias para que a venda seja efetuada da forma mais agradável possível.

Esperemos que tenha ficado esclarecido. Para continuar a receber os tópicos mais atuais da realidade financeira e outros termos de finanças, não se esqueça de seguir o nosso blog.

Adriana Inácio

Sobre Adriana Inácio

Formada em Gestão Hoteleira e especializada em Marketing Digital, a Adriana iniciou a sua carreira em hotelaria e, posteriormente, em marketing e publicidade. Explorando a temática das Finanças Pessoais associadas à Cultura e Lifestyle, das promoções aos cupões, passando pelas dicas de poupança mais criativas, a Adriana está sempre à procura de novas formas de ajudar os portugueses a otimizar a sua gestão financeira.

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