5 Razões para fazer um seguro de viagem

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Fazer um Seguro de Viagem

Com a chegada do verão, chega também o calor e a altura de planear as férias. Contudo, mesmo com os planos feitos com antecedência, os acidentes estão sempre a acontecer. E, como diz o velho ditado: “mais vale prevenir do que remediar”.

E, uma vez que remediar passa sempre por escolher um bom seguro, apresentamos aos nossos leitores cinco razões pelas quais devem fazer um seguro de viagem quando vai de férias. Vamos conhecê-los:

1. Cuidado com as picadas de mosquito

Gostamos de pensar que os acidentes acontecem só aos outros, mas muitas vezes o azar bate mesmo à porta. Se dentro da União Europeia a segurança é maior através da aquisição do Cartão Europeu de Seguro de Doença antes de viajar, noutros países as coisas podem não ser tão fáceis.

Os seguros de viagem podem cobrir despesas médicas, o que é vantajoso se estiver num país em que não conheça o sistema de saúde. Normalmente, em termos de gastos em saúde, os seguros cobrem ou comparticipam o transporte dos doentes, a sua hospitalização e o respetivo acompanhamento médico.

2. As catástrofes acontecem

Quem não se recorda da tragédia do Tsunami que ocorreu na Tailândia? Ou do recente terramoto no Equador? A verdade é que, embora raras, as calamidades existem. O seguro de viagem já prevê estas eventualidades. Certos seguros de viagem garantem assistência em viagem para os seus titulares que foram vítimas destas ocorrências. Às vezes mais vale prevenir-se e estar preparado para o pior.  

3. Previna-se contra danos feitos a terceiros

As férias são sempre uma época de descontração e despreocupação. Nesta altura, é costume alugarem-se habitações alheias para estadias (quer sejam moradias ou mesmo hotéis). E todos sabemos que, principalmente quando se levam crianças, é bem possível que aconteça algum estrago na habitação.

Felizmente, os seguros de viagem também contêm seguros de responsabilidade civil que cobrem o risco de o segurado ter de vir a indemnizar terceiros por danos causados por estes. Sempre se evitam despesas imprevistas ou perda de cauções.

4. E se perder a bagagem por não fazer um seguro de viagem?

Quem viaja com frequência sabe que, volta e meia, há uma mala que se perde. Quem é que nunca chegou ao destino e se apercebeu que a sua bagagem nunca mais chega ou não está como devia estar? Apesar de a companhia área ter de indemnizar nos casos em que é responsável pelo extravio ou dano da mala, há casos em que não tem de fazê-lo.

Acontece, por exemplo, quando os danos se devem a defeitos da própria mala ou quando a companhia tiver tomado todas as opções possíveis para evitar o prejuízo. Às vezes, o melhor mesmo é jogar pelo “seguro” e fazer um seguro de viagem.

5. Perca a viagem mas recupere o dinheiro

Por vezes, por motivos de força maior, a viagem tem mesmo de ser cancelada. Mas tal não significa que o dinheiro entretanto gasto na reserva do alojamento ou voo seja irrecuperável. Imagine, por exemplo, que por motivo de doença grave de um familiar tem de anular a viagem que já está paga ou sinalizada.

Se não possuir nenhum seguro que cubra esta eventualidade, pode bem ter que fazer face aos custos de todas as reservas que já fez. Além de não usufruir das férias, acaba por ter que pagar uma parte delas. Solução? Escolha um seguro que cubra esta contingência.

Além disso, na altura de escolher e fazer um seguro de viagem deve ter em atenção que, provavelmente, já contratou outros serviços que têm como serviço associado este tipo de produtos. São os casos de alguns cartões de crédito que dão direito a seguros de viagem. O ganho está em manter-se informado.

Ter um seguro de saúde pode ser um custo acrescido na altura de pagar a viagem. Mas, caso aconteça algum acidente (e eles acontecem), é um preço que desejaria ter pago. Assim, na altura de comparar cartões de crédito ou crédito pessoal, informe-se sobre as condições dos respetivos seguros de viagem.

Henrique Figueiredo

Sobre Henrique Figueiredo

Formado em Ciências da Comunicação e especializado em Ciência Política, o Henrique iniciou a sua carreira em jornalismo, tendo depois estado envolvido em diferentes projetos nas áreas de Comunicação e e-Commerce. Acredita que na poupança está o ganho e, nesse sentido, quer apoiar os portugueses na rentabilização das suas decisões financeiras.

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