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Credito pessoal

5 Fatores que os bancos valorizam para crédito pessoal

Por Nair Dos Santos em October 27, 2017 | Tempo de leitura: 3 minutos

fatores
Parece que toda e qualquer pessoa pode solicitar financiamento, mas, na hora da avaliação do processo, as instituições bancárias, exigentes na sua essência (e cada vez mais após a eclosão da crise económico-financeira), agem como os empregadores: quase que passam o seu CV a pente fino para avaliar quão apetecível é o seu historial face ao de outro candidato. Logo, não é garantido que o pedido seja aprovado, tendo em conta os fatores em análise.

Com o intuito de dar a conhecer como se pode tornar num pretendente cinco estrelas, revelamos rapidamente quais os cinco fatores que os bancos valorizam para crédito pessoal.

Fator 1: a idade conta

Ser demasiado novo não é algo bem visto pelos bancos, especialmente se se tratar de alguém que nunca tenha solicitado um crédito e dado provas de que o consegue pagar.

Os bancos sabem perfeitamente que a vida de um jovem pode mudar de um dia para o outro e confiam ainda menos se se tratar de uma pessoa que ainda se encontra no seu primeiro emprego. A sua idade é assim um fator de risco, seja por ser demasiado baixa ou até, noutros casos, por ser demasiado alta.

Fator 2: estabilidade financeira

Por conseguinte, quanto maior for a solidez financeira e profissional demonstrada por uma pessoa, maiores serão as probabilidades de conseguir um crédito, uma vez que as instituições sabem que terá possibilidades de pagar continuamente as suas prestações.

É precisamente aqui que entra o conceito de taxa de esforço, que os bancos calculam para aferir a sua capacidade financeira de fazer face aos seus encargos. Note ainda (e isto é muito importante) que quanto maior for o seu rendimento, mais fácil será ver o crédito aprovado, uma vez que a disponibilidade orçamental é mais elevada.

Caso já tenha alguns financiamentos em seu nome, como o crédito habitação, ou o empréstimo para o carro, considere em consolidar todos os créditos para que consiga, mais facilmente, fazer face a todas as despesas com estes custos.

Dica: seja razoável. Se pedir um empréstimo demasiado alto e que se perceba rapidamente que o mesmo está acima das suas possibilidades, será enorme a probabilidade de não o ver aceite. Mesmo para si (ou para o seu agregado familiar), esta não é uma situação desejável. Se requerer crédito para um automóvel, por exemplo, não solicite financiamento para um Jaguar quando só pode ter um Renault. Os bancos não são a galinha dos ovos de ouro.

Fator 3: ter habitação própria

Este é mais um dos elementos positivos que concorre para a aprovação, especialmente se tiver crédito à habitação, porque, na mente dos bancos, passa a ser visto como tendo capacidade de pagamento das prestações e como sendo um indivíduo responsável.

Note ainda que se o seu imóvel estiver numa zona valorizada, o banco vai vê-lo com outros olhos, porque você fez um bom negócio.

Fator 4: bom comportamento (não aos incidentes bancários)

Se até já pediu crédito no passado, mas foi sempre bom pagador, então os bancos percecionam-no como um cliente decente – quem não deve, não teme! Se nunca teve incidentes com qualquer organismo público (Segurança Social, Finanças, etc.), e mais ainda com o Banco de Portugal, então pode ficar descansado quanto a este aspeto, porque não se encontra na “lista negra”.

Conselho: acima de tudo, seja responsável. Um crédito é um encargo financeiro pesado e deve cumprir com as suas obrigações a tempo e horas. Se por acaso já incorreu em incumprimento no passado, saiba como voltar a ter um bom comportamento financeiro.

Fatores 5 e 6: o historial pode tramá-lo…

Não, não estamos a falar dos incidentes outra vez, mas sim do facto de, no passado, nunca ter solicitado crédito. Sabia que algumas instituições não gostam de conceder financiamento a clientes que não conhecem?

Neste sentido, entra aqui uma espécie de relação mais antiga que possa ter com o banco e que lhe poderá ser bastante favorável. Mas reforçamos a ideia de que é extremamente importante que não tenha prestações em incumprimento.

Conselho: costuma dizer-se que é a falar que as pessoas se entendem, por isso aconselhamo-lo a ser transparente e a fornecer ao banco todas as informações necessárias à avaliação da sua situação e à aceleração do seu processo. Nada como ser sincero e ganhar assim a confiança dos credores, o que fará igualmente aumentar a sua credibilidade.

Estes são assim os princípios-chave e fatores que o permitirão tornar-se num alvo predileto, bem como os melhores conselhos que lhe podemos dar. Passe assim do impossível para o provável no que toca a ser um cliente preferido.

Finalmente, e como sempre, não podemos também deixar de o aconselhar a comparar (já sabe como e quando comparar?), uma vez que os bancos não são todos iguais. Haverá instituições que se adaptam mais ao seu perfil e às suas necessidades do que outras – faça simulações e tente conhecer os diferentes produtos que são oferecidos.

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