Maio 2026
Vê aqui de forma simples e direta como os consumidores estão a gerir os seus contratos de eletricidade e gás.
Consulta o nosso relatório com os dados de abril e conhece o estado do mercado de energia para maio de 2026.
Mesmo com a primavera já instalada, o mercado de energia continua longe de ser previsível. As oscilações internacionais mantêm-se e a Europa continua a sentir, de forma indireta, a pressão de um contexto global instável. Ainda que isso não se traduza imediatamente na fatura, o mercado responde e quem paga a diferença, muitas vezes, é o consumidor final.
Neste momento, a diferença entre a oferta mais cara e a mais barata pode representar cerca de 588 euros por ano para alguns perfis.
Eletricidade foi a energia mais comparada, com cerca de 67,92% dos consumidores a escolherem apenas eletricidade nos seus planos.
Para as tarifas de eletricidade, tarifas simples foram a escolha dominante, representando 93% das subscrições.
Lisboa, Porto e Setúbal lideram o número de novos contratos entre utilizadores do ComparaJá: Lisboa viu 30,97% das subscrições, o Porto 18,19%, e Setúbal 10,02%.
As simulações apresentadas abaixo foram realizadas no primeiro dia útil do mês de maio de 2026.
Para uma família com uma potência de 6.9 kVA e consumo de 400 kWh/mês, os preços variam bastante. A G9 Energy surge como a opção mais económica, com um custo mensal de 67,41 euros. A poupança em relação à comercializadora com os preços mais elevados do mercado é substancial: 29,79 euros em relação à opção mais cara. Já face a outra oferta, poupa 9,72 euros face ao mercado regulado e 12,39 euros em comparação com o mercado indexado (utilizamos como referência a EDP).
| Opções | Valor a pagar |
| Mais Barata | 67,41€ |
| Mercado Regulado | 77,13€ (+9,72€) |
| Tarifa Indexada | 79,80€ (+12,39€) |
| Mais Cara | 97,20€ (+29,79€) |
(Potência 6.9 KvA Simples, Casal 2 Filhos, 400 kwh/mês)
Para famílias com consumos elevados (13.8 kVA e 908 kWh/mês), o custo de energia também apresenta variações significativas. A G9 Energy passa a ser a opção mais barata, com um custo de 186,17 euros. No mercado regulado, o valor sobe para 215,56 euros, um aumento de 29,39 euros. A opção indexada tem um custo de 207,36 euros, enquanto a tarifa mais cara chega a 235,22 euros, o que representa uma diferença de 49,05 euros em relação à opção mais barata.
| Opções | Valor a pagar |
| Mais Barata | 183,17€ |
| Mercado Regulado | 215,56€ (+29,39€) |
| Tarifa Indexada | 207,36€ (+21,19€) |
| Mais Cara | 235,22€ (+49,05€) |
(Potência 13.8 KvA Simples, Casal 4 Filhos, 908 kwh/mês)
Estes são os preços base sem qualquer tipo de descontos adicionais. No entanto, com a contratualização de mais produtos (como botijas de gás ou combustíveis), vouchers e outros descontos, os consumidores podem aceder a um desconto acima de 20%.
Para mais informações, podes ler o relatório completo aqui.
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Os dados deste mês não deixam margem para dúvidas: manter o mesmo contrato sem questionar pode significar pagar bem mais do que o necessário. A diferença entre a tarifa mais barata e a mais cara pode chegar perto dos 588 euros por ano, em alguns perfis de consumo.
No ComparaJá, ajudamos-te a perceber quanto estás a pagar, quais são as alternativas disponíveis, e como podes mudar — de forma rápida, fácil e sem complicações. Comparamos todas as ofertas, explicamos-te as condições sem letras pequenas, e tratamos do processo de mudança para que possas poupar sem stress.
Se ainda não fizeste uma simulação, este é o momento certo. As tarifas mudam todos os meses. E todos os meses há quem poupe. Porque não tu?
Consulta as nossas análises sobre o estado do mercado energético nos últimos meses: