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Fibra ótica: Compare todos os pacotes das operadoras

Se pretende adquirir serviços de telecomunicações com fibra ótica, veja toda a oferta do mercado.

O que é a fibra ótica e como se distingue de ADSL?

Na altura de escolher um pacote de telecomunicações, as operadoras geralmente apresentam aos consumidores quatro tipos de serviços: satélite, cabo, fibra ótica e ADSL – sendo os dois últimos os mais comuns. A fibra ótica consiste num filamento extremamente fino, de alta flexibilidade, fabricado a partir de vidro ou plástico, sendo um excelente condutor de imagem, impulsos codificados e luz. Uma vez que não é sensível a interferências eletromagnéticas, acaba por ser a melhor tecnologia que existe em termos de sistemas de comunicação de dados. Pelo facto de ter revolucionado a experiência de internet e de televisão, e porque possui mais qualidade, velocidade e eficácia na transmissão de sinal do que o ADSL, a fibra ótica é cada vez mais popular nas preferências dos portugueses. Atualmente, já ultrapassou o modem cabo como a principal forma de acesso à Internet em banda larga fixa: 34% contra 33,1%.

Quais as vantagens da fibra ótica?

Se ao nível dos custos os pacotes com fibra ou ADSL não costumam variar muito, já no que concerne à rapidez da Internet não se verifica o mesmo: em certos casos, com fibra podem atingir-se velocidades 100 vezes superiores, pelo que a relação qualidade-preço desta acaba por ser mais elevada. Em relação aos cabos de cobre, a fibra ótica, por ser mais fina e leve, apresenta, desde logo, o benefício de poder ser inserida em maior quantidade num cabo com o mesmo diâmetro. Consequentemente, possui menor perda de sinal do que um fio de cobre. Requer ainda menos consumo de energia, porque os sinais se degradam menos com a fibra e, por conseguinte, podem ser utilizados transmissores de potência inferior ao invés dos transmissores elétricos de alta voltagem dos cabos de cobre. Além disso, possui menor risco de incêndio devido ao facto de não haver eletricidade a circular através da fibra ótica, tornando-se, assim, um material não inflamável. As conversações ao telefone têm menos interferência e a receção da TV torna-se mais nítida porque os sinais luminosos – ao contrário do que sucede com os sinais elétricos nos cabos de cobre - não interferem com os de outras fibras óticas contidas no mesmo cabo. Cabe ainda referir que a fibra é mais adequada para a transmissão de informação digital devido à sua velocidade. A fibra ótica permite ver TV em alta definição e em ultra HD sem distorções e quebras na imagem. Para quem gosta de jogar online também é a tecnologia ideal, pois tem menos lags e permite, assim, ter uma melhor experiência de gaming.

Existe cobertura em todo o país?

Consoante dados da ANACOM, em 2016 a fibra ótica tinha 1.057 milhões de assinantes em Portugal. No final desse ano, representava já 28,8% do total de assinantes (mais 5,5 pontos percentuais face a 2015). A fibra ótica ainda não abrange a totalidade do território nacional precisamente pela tecnologia que lhe está subjacente. Enquanto que a ligação ADSL se efetua através de linhas telefónicas – que a grande maioria das habitações possui -, a fibra ótica implica a realização de obras nas infraestruturas. Isto faz com que regiões mais isoladas do país, e até mesmo os bairros históricos mais antigos das cidades, ainda não disponham de acesso a fibra ótica. 90% das casas portuguesas estão preparadas para receber esta inovação, mas a instalação ainda se encontra a decorrer.

Como é que as operadoras instalam a fibra?

As operadoras instalam Pontos de Distribuição Ótico (PDO) em postes de eletricidade de rua. Estes PDO efetuam a ligação, por cabo, entre a habitação do consumidor e a central de fibra ótica. Nos edifícios mais recentes, que possuem uma caixa ITED, não é necessária qualquer intervenção em termos de troca de cabos se quiser mudar de operadora de telecomunicações. Esta substituição é levada a cabo numa outra caixa, chamada de ITUR (Infraestruturas de Telecomunicações em Loteamentos, Urbanizações e Conjuntos de Edifícios), e que se encontra na parte exterior do edifício. Já nos prédios mais antigos, os fios utilizados não podem ser os mesmos: cada operadora dispõe dos seus próprios cabos e, se já estiver a prestar serviço de fibra ótica a outras casas da vizinhança, os técnicos simplesmente retiram o cabo que corresponde à casa do PDO da antiga operadora para depois o colocarem no PDO da nova operadora. Por seu turno, dentro de casa a única modificação a fazer prende-se com a troca da box da TV e do router da Internet pelos da nova operadora.

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