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estudo taxa de esforco

Quais os distritos e concelhos em que é financeiramente mais acessível comprar casa?

Muitas famílias têm encontrado dificuldades na concretização do sonho de ter casa própria devido ao aumento dos preços no setor imobiliário nos últimos anos. Se os distritos do Interior se destacam pela positiva, nomeadamente a Guarda, exigindo a aquisição de habitação, em média, apenas 15 anos de trabalho, as realidades do Algarve (42 anos), Lisboa (36 anos) e Madeira (28 anos) deixam em evidência as disparidades entre os salários e o preço por m² médios em algumas regiões do nosso país. As conclusões, a nível nacional, dos dados gerais deste estudo, que teve em conta o preço do m² e os salários nos 18 distritos em Portugal e nas Regiões Autónomas (Madeira e Açores), estão compilados nesta tabela, podendo-se encontrar os dados específicos por distrito mais abaixo.

QUANTOS ANOS TERÁ UM CASAL DE TRABALHAR PARA COMPRAR CASA EM PORTUGAL?

Exemplo de habitação com 120 m2 adquirida com recurso a crédito

Distrito

Preço médio do m²

Salário Médio

(Líquido)

Preço da casa

(120m2)

Nº anos para pagar casa Crédito + Entrada Inicial

Guarda

588€

670€

70.589€

14,5

Castelo Branco

605€

684€

72.572€

14,6

Vila Real

651€

698€

78.123€

15,4

Viseu

661€

691€

79.360€

15,8

Açores

709€

730€

85.100€

16,0

Portalegre

705€

706€

84.632€

16,6

Aveiro

777€

754€

93.191€

17,2

Santarém

781€

751€

93.671€

17,4

Braga

760€

700€

91.210€

18,3

Bragança

765€

696€

91.808€

18,6

Coimbra

889€

752€

106.691€

19,7

Leiria

857€

743€

102.864€

19,8

Viana Castelo

882€

704€

105.893€

21,5

Évora

976€

748€

117.145€

22,4

Beja

949€

742€

113.866€

22,6

Setúbal

1.099€

841€

131.917€

22,9

Porto

1.053€

776€

126.338€

23,1

Madeira

1.262€

801€

151.427€

27,9

Lisboa

1.759€

929€

211.037€

34,6

Faro

1.601€

736€

192.163€

42,1

PORTUGAL

1.133€

793€

135.913€

24,6

Descubra qual seria a sua prestação
Mais abaixo poderá ver os resultados para o seu município de acordo com o estudo do ComparaJá.pt, no qual se procurou dar resposta a duas hipóteses distintas:
  • Tendo em consideração uma taxa de esforço mensal de 33%, qual o prazo mínimo de um crédito à habitação para a aquisição de uma casa com 120 m² em cada localidade?
  • Tendo em conta um prazo de reembolso de 30 anos, qual o valor máximo de crédito à habitação (logo, o nº máximo de m² que a casa poderá ter) acessível a cada família?
Seja através do prazo ou do valor, os portugueses podem ajustar o seu pedido de crédito à habitação por forma a não pressionarem a sua taxa de esforço acima do recomendável e, consequentemente, evitar o sobreendividamento. Foi também considerado um aspeto muitas vezes negligenciado pelos consumidores no momento de comprar casa – a poupança prévia necessária para fazer face ao valor da entrada inicial, montante que, regra geral, corresponde a 20% do valor de aquisição do imóvel. As conclusões apontam para elevadas assimetrias inter e intra distritais: viver e trabalhar num município contíguo pode significar menos uma década de trabalho para comprar uma casa de maiores dimensões. Clique para ver os resultados para o seu distrito:
 

Critérios de análise

  • Crédito à Habitação: Foi tido em conta um valor de financiamento (Loan-to-Value) de 80% do valor de avaliação de um imóvel com um prazo de 360 meses (30 anos). O cálculo da mensalidade teve como base o valor médio dos spreads atualmente praticados no mercado português, o qual ronda 1,75%.
  • Salário Médio: Os dados relativos ao valor do salário médio (bruto) foram retirados do Instituto Nacional de Estatística, tendo-se utilizado a calculadora da consultora PwC para se obter o valor líquido.
  • Preço do m² por município: no que respeita ao preço do m² em cada um dos municípios tiveram-se em conta os dados do Barómetro Nacional de Imobiliário do Casa SAPO (o maior portal da especialidade do nosso país) relativos à média do primeiro trimestre de 2017. Os Valores foram arredondados à unidade.

O porquê da análise e a importância da taxa de esforço

Desde o lançamento, no início do mês de março, do primeiro comparador gratuito de Crédito à Habitação do nosso país pelo ComparaJá.pt, 41% dos 6 mil portugueses que fizeram uma simulação na plataforma solicitaram propostas cujos valores e prazos de financiamento os colocava, atendendo aos seus rendimentos e à prestação mensal do empréstimo, para além do limite da taxa de esforço aceite pelas instituições bancárias de forma a prevenir o sobreendividamento. Apenas 40% dos consumidores selecionou uma relação prazo/montante de crédito que lhes permitia fixar os encargos mensais com o crédito abaixo do limite recomendável (aproximadamente 1/3 do rendimento do agregado familiar). Os restantes 19% dos utilizadores surgem com taxas de esforço entre os 36% e 40%, o que os coloca num patamar de risco que, regra geral, leva a que as instituições bancárias ofereçam condições desvantajosas ou recusem a concessão do crédito. Eis os números que alertaram a equipa do ComparaJá.pt para a necessidade de consciencializar os consumidores nacionais para o facto de ser fundamental fazer uma escolha ponderada do prazo e montante do empréstimo para a compra de casa:
  • Taxa de Esforço superior a 40% dos rendimentos mensais: 41%;
  • Taxa de Esforço superior a 36% e abaixo de 40% dos rendimentos mensais: 19%;
  • Taxa de Esforço superior a 31% e abaixo de 36% dos rendimentos mensais: 20%;
  • Taxa de Esforço superior a 26% e abaixo de 30% dos rendimentos mensais: 8%;
  • Taxa de Esforço inferior a 25% dos rendimentos mensais: 12%.
Veja créditos com taxas reduzidas

Taxa de esforço

A taxa de esforço é uma medida de análise do risco de crédito que relaciona o valor das prestações bancárias (prestação do crédito habitação; crédito automóvel; cartão de crédito; crédito pessoal) com os rendimentos do agregado familiar. Esta percentagem do rendimento total da família destinada ao pagamento das prestações de créditos é calculada segundo a fórmula: (Encargos financeiros mensais / Rendimento) x 100. Em muitos dos casos que se encontram próximos do limite da taxa de esforço, o alargamento do prazo por 5 ou 10 anos poderá reduzir significativamente o risco de sobreendividamento, facilitando até a aprovação e obtenção de melhores condições junto das instituições de crédito.

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Ana Santos, 52 anos, Setúbal