O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro diretoras nos 2%, num contexto marcado pela inflação energética e instabilidade global. Em simultâneo, a taxa EURIBOR a 12 meses ultrapassou a fasquia dos 2,5%. Esta conjuntura resultará num agravamento dos encargos para centenas de milhares de famílias portuguesas que têm o seu crédito à habitação indexado a este indexante e cuja revisão contratual ocorre no mês de abril.
BCE mantém juros perante a subida da EURIBOR
A decisão da instituição europeia sinaliza que não estão previstos cortes a curto prazo. Com a EURIBOR a registar valores cada vez mais elevados, os contratos de financiamento vão refletir esta subida. É essencial prestar atenção a estas flutuações económicas, uma vez que o impacto no orçamento familiar será significativo.
Quanto vão agravar as prestações mensais?
O impacto exato depende do capital em dívida e do prazo remanescente de cada empréstimo. Para uma família com um financiamento de 150 mil euros, a atualização da taxa poderá representar um custo adicional expressivo, que, no final do ano, se traduz em milhares de euros. A preparação atempada para esta realidade financeira é um passo fundamental.
Estratégias para atenuar o aumento da prestação
Perante o aumento dos custos, existem alternativas que podem ser consideradas para manter a mensalidade mais acessível. Uma das principais opções passa pela renegociação do spread junto do banco atual. Adicionalmente, a transferência do crédito para uma instituição que ofereça condições mais vantajosas ou a fixação da taxa de juro são cenários válidos para quem procura maior estabilidade financeira.
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