FAQ Cartão de Crédito

A taxa de esforço é a percentagem do rendimento total do agregado destinada ao pagamento das prestações de créditos contraídos.
O tempo de processamento de um pedido para obter um cartão de crédito varia de acordo com o emissor. Assim que o pedido seja aprovado, demorará cerca de 7 a 10 dias úteis até receber o cartão de crédito. Certifique-se de que enviou todos os documentos necessários para que o pedido seja processado rapidamente.
Também conhecido como o período isento de juros, o período de carência abrange o tempo entre a declaração emitida até à sua data de pagamento, altura em que não lhe serão cobrados juros sobre as novas compras. Você terá de pagar o saldo total antes ou até à data de vencimento para ser capaz de desfrutar de 0% de juros nesse período.
Os principais cartões de crédito em Portugal são concedidos, principalmente, a pessoas com um bom histórico de crédito. Para aumentar as suas hipóteses, precisa de começar a construir o seu histórico. No entanto, se está agora à procura do primeiro cartão de crédito, tem a oportunidade de se candidatar, pela primeira vez, a um cartão de crédito de uma loja ou empresa de combustível. Por outro lado, pode ainda começar a construir um histórico de crédito com um cartão de crédito caucionado.
Um cartão de crédito caucionado requer que faça um depósito com o emissor do cartão de crédito. Em seguida, será emitido um limite de crédito que é o mesmo valor do seu depósito. Pague as suas contas a tempo com um cartão caucionado e, ao longo do tempo, vai construir um histórico de crédito substancial e aumentar a possibilidade de obter a aprovação para um cartão de crédito.
Os bancos analisam a sua pontuação de crédito e os seus rendimentos para determinar o montante máximo de crédito a aplicar. Se o pedido for aprovado, o limite de crédito que um banco disponibiliza pode ser maior ou menor daquele que indicou no pedido. Se a sua pontuação de crédito for satisfatória, os bancos podem dar o limite máximo de crédito. Se achar que esse limite é muito elevado, pode conversar com o seu banco ou agência de crédito e pedir para reduzir o limite.
Se, por outro lado, quiser um limite de crédito maior, pode ligar para o banco ou agência de crédito e solicitar a reavaliação do seu pedido. Na maior parte das vezes, terá de provar, inicialmente, que é um bom mutuário por ser responsável com os seus pagamentos mensais. Ao longo do tempo, a instituição financeira pode conceder-lhe um limite de crédito maior.
Se exceder o limite de crédito, a instituição financeira pode recusar a sua transação de pagamento. No entanto, algumas instituições permitem a conclusão da transação, ainda que tenha excedido o seu limite de crédito, mas pode ser cobrada uma taxa.
Sim. Pode estar indicado no seu contrato de cartão de crédito que o banco tem autoridade para aumentar as taxas de juro a qualquer momento, até porque estas são atualizadas pelo Banco de Portugal trimestralmente. No entanto, o emissor do cartão deve dar pelo menos 60 dias de antecedência para ter tempo suficiente de cancelar a sua conta, caso rejeite o aumento.
Também referido como período de carência, é o período temporal que antecede a data de vencimento mensal (indicado na fatura do cartão de crédito) durante o qual nenhum juro será cobrado pelo banco. Depois desse período, o titular do cartão de crédito terá de pagar juros relativos ao valor a dever. A duração do período de isenção de juros varia entre 20 a 59 dias.
A Taxa Anual Efetiva Global ou TAEG é o padrão utilizado para calcular o custo do crédito que deve ser cobrado pelo banco ou agência de crédito. Uma TAEG mais baixa não significa que pague menos juros no cartão de crédito, uma vez que os vários bancos utilizam métodos diferentes para o cálculo da taxa de juros anual. Você pode ter de pagar taxas diferentes para dois cartões com a mesma TAEG. Uma das razões para isto deve-se ao facto de que, por vezes, as instituições financeiras cobram juros sobre as transações em diferentes períodos.
Em Portugal as taxas podem ser fixas ou variáveis, dependendo do banco e do tipo de condições associadas ao cartão de crédito.
O montante do pagamento mínimo é calculado de acordo com o saldo devedor. Esta informação, normalmente, está indicada na fatura do cartão de crédito. O pagamento mínimo pode advir de saldos devedores anteriores ou de qualquer saldo total que esteja acima do seu limite de crédito. Certifique-se que paga, pelo menos, o valor mínimo do extrato mensal, mas lembre-se que os juros serão cobrados em qualquer montante não pago, que será levada para a sua próxima fatura.
Efetuar apenas o pagamento mínimo sobre o saldo do cartão de crédito pode custar-lhe muito dinheiro. As taxas de juros anuais seriam aplicadas ao saldo devedor. Além disso, seria necessário mais tempo para saldar a sua dívida e quanto mais esperar, mais juros se acumulam. Idealmente, deve liquidar o saldo mensal por completo a cada mês ou pelo menos pagar um pouco mais do que o mínimo.
O pagamento através de débito direto é uma das várias opções de pagamento que pode utilizar para pagar a conta do cartão de crédito, sendo a principal vantagem conseguir assegurar que as despesas estão sempre controladas, usufruindo de mais tempo para o pagamento e ainda beneficiando de eventuais ofertas que o cartão de crédito possa disponibilizar, como cashback, milhas-aéreas, seguro de viagem, pontos ou descontos em parceiros (como lojas, estabelecimentos hoteleiros, restaurantes e experiências).

Esta modalidade pode ser também aplicada a pagamentos pontuais e o processo de adesão ao débito direto é simples: basta contactar o banco e formalizar um contrato, seja em formato papel ou digital, no qual expressa que autoriza este método.
1. Estabelecer com a instituição bancária um valor máximo para o débito direto;
2. Decidir não autorizar previamente um determinado débito direto;
3. Estabelecer com o banco uma lista de credores
4. Pedir reembolso do valor debitado.
Para além de todas as vantagens associadas a pagar com cartão de crédito, existem serviços que só podem ser acedidos se o pagamento (ou pelo menos a reserva) for efetuado através deste meio. Plataformas de reserva de hotéis, serviços de transporte, serviços antifraude e seguros associados ao cartão de crédito são os exemplos mais comuns.
Sim, em Portugal é comum comercializarem-se cartões de crédito com múltiplos titulares. De facto, é praticamente todo o mercado. No entanto, existem uns que, naturalmente, possuem características mais vantajosas que outros. Compare aqui o mercado.
O 3D Secure é um serviço gratuito que permite realizar pagamentos online com segurança acrescida através da introdução de um código numérico de utilização única (um por compra) enviado por SMS para o telemóvel do titular do cartão. As redes que aderiram a este serviço são a MasterCard/Maestro e Visa/Visa Electron.

Através deste serviço, que consegue identificar as lojas online onde a utilização do cartão de crédito é feita com métodos mais seguros, é possível obter proteção e total segurança relativamente à fraude e ainda garantias de segurança na utilização dos dados do cartão de crédito real em ambientes online.
Se ainda não tem este serviço no cartão de crédito, saiba que pode fazê-lo através do Homebanking da sua instituição financeira. Deverá associar um número de telemóvel e ativar a credencial SMS Token. Depois, é só confirmar a operação através de um código que receberá via SMS.

Depois de associar o cartão de crédito ao número, o respetivo telemóvel é indispensável para realizar pagamentos com cartão através da Internet. Para utilizar o serviço, o titular deve indicar – aquando da compra a realizar em sítios seguros de Internet (verificados pela VISA ou MasterCard) – os elementos do cartão de crédito que sejam solicitados. Após este procedimento, é gerado um código numérico que é enviado por SMS para o telemóvel associado ao serviço 3D Secure em conjunto com os dados da operação (montante e comerciante).
Assim que perceber que não tem em sua posse o cartão de crédito, contacte imediatamente o seu banco para proceder ao cancelamento do mesmo. No entanto, antes de contactar o banco, prepare um registo das últimas transações que fez com o cartão, bem como o dia, o local e, se possível, a hora. O importante é reunir o máximo de informação possível.
É aquele pequeno chip que o seu cartão de débito ou de crédito possui. Esta característica foi pensada para dificultar atividades fraudulentas por parte de terceiros com intenções maliciosas. A tecnologia é denominada EMV para fazer referência à Europay, Mastercard e VISA, que foram as três empresas que originalmente a desenvolveram.
O cartão é inserido no terminal e é introduzido um código pin de 4 números. Depois, o chip presente no cartão transmite dezenas de pedaços de informação que passam entre o cartão, o terminal e o banco. E, além disso, ao contrário do cartão de banda magnética, o chip emite um código de transação que não é repetido.
Para os mais desatentos, a tecnologia contactless permite fazer pagamentos deixando o cartão bancário a poucos centímetros do terminal de pagamento. Com a introdução desta tecnologia, deixa de ser necessário colocar o código PIN cada vez que efetua um pagamento.

Saiba no entanto que só pode utilizar esta tecnologia numa compra com valor inferior a 20 euros, desde que não tenha atingido o valor global de 60 euros. Apesar de não ser necessário introduzir o código PIN, a utilização dos cartões contactless é totalmente segura.
Por norma, é a entidade emitente a definir qual a quantia máxima permitida para pagamento e qual o valor global de transações consecutivas sem ser necessário introduzir o código PIN no terminal de pagamento. Em regra, este valor deve ser inferior a 20 euros e não pode atingir o valor global de 60 euros, mas estas quantias podem variar de banco para banco. Depois de ter atingido este valor, só pode voltar a utilizar a tecnologia contactless após a introdução do código PIN no terminal de pagamento.

O Banco de Portugal avisa ainda que pode ser necessário colocar o código PIN numa compra aleatória como medida de segurança adicional, mesmo que as compras respeitem os limites de valores definidos para aquisições.
Hoje em dia, muitos sítios permitem que os clientes paguem, tanto em dinheiro, como com cartão de crédito, por questões de conveniência. A adesão ao sistema de cartões não é, porém, algo fácil. Os estabelecimentos têm de abrir uma conta de comerciante com uma associação de cartão crédito e pagar as taxas necessárias à adesão de elementos necessários, como a ligação à rede global e equipamentos certificados.

Idealmente, o comerciante deveria incorporar os custos associados à admissão de cartões de crédito, especialmente quando são mundialmente reconhecidos, como Visa, Mastercard e American Express.

Normalmente, os estabelecimentos maiores conseguem absorver os custos resultantes da implementação de sistemas de pagamento através de cartões de crédito devido aos elevados volumes de vendas. Por outro lado, os estabelecimentos pequenos e independentes poderão ter mais dificuldade em pagar taxas de processamento e, ao mesmo tempo, gerar lucro. Como resultado, estas empresas podem transferir os custos para os clientes através de uma sobretaxa implementada em cada compra com cartão de crédito.
Imaginemos que vai a uma loja comprar um produto que custa 700 euros. Se o estabelecimento aceitar pagamentos com cartão de crédito, a sobretaxa com o valor de 2% do valor do produto será adicionada ao valor da compra. A loja pode ter duas abordagens na fixação do preço do portátil para ajustar a taxa:
1) Incluir o preço por predefinição na etiqueta, ou seja, o produto custa 714,29 euros. Se pagar em dinheiro, a loja faz 2% de “desconto”, pagando apenas os 700 euros. Esta é abordagem aceite em muitos casos.
2) Manter o preço em 700 euros e posteriormente adicionar a sobretaxa de 2% quando pagar com cartão de crédito. Neste caso, o recibo deverá mostrar os 14,29 euros de sobretaxa, totalizando os 714,29 euros. Dependendo da legislação em vigor, isto pode ser uma violação aos direitos do consumidor.

Existe uma terceira abordagem, na qual não paga nenhuma sobretaxa e a loja garante os custos da sobretaxa.
Para quem não consegue ter acesso a um cartão de crédito com o qual consiga realizar compras online, surgiram os cartões pré-pagos, cuja adesão (ao contrário dos primeiros) não está dependente do nível de rendimento nem do histórico de dívidas da pessoa em questão. Contrariamente ao que acontece com os cartões de crédito tradicionais, com um cartão pré-pago não existe possibilidade de pagar a dívida até ao final do mês de forma gratuita. Na realidade, ao pagar através deste meio não se pode considerar sequer que exista uma dívida, dado que o saldo do cartão pré-pago é sempre positivo e não é permitido liquidar de forma faseada.

Todavia, estes cartões possuem um limite de compras previamente delimitado como forma de evitar fraudes. Outra das desvantagens assenta ainda no facto de se pagarem despesas adicionais pelo carregamento do cartão pré-pago (coisa que não acontece nos cartões clássicos, uma vez que estes têm um plafond que se renova gratuitamente).

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