A EURIBOR subiu a três, seis e 12 meses, segundo noticiou a CNN Portugal a 02 de outubro de 2026. O movimento confirma a tendência que já se sentia desde setembro, quando a EURIBOR a 12 meses em máximos voltou a marcar o indexante mais usado no crédito habitação de taxa variável. Os valores concretos de cada maturidade em outubro podem ser consultados na página da EURIBOR hoje atualizada, atualizada diariamente.
Quanto subiu a EURIBOR a 3, 6 e 12 meses em outubro de 2026?
As três maturidades, a três, a seis e a 12 meses, subiram face ao mês anterior, segundo a mesma notícia. Cada maturidade tem um papel diferente no crédito habitação: a escolhida no contrato determina a frequência com que a prestação é revista. Podes perceber a diferença entre elas no artigo sobre EURIBOR a 3, 6 ou 12 meses. O valor exato de cada maturidade em outubro de 2026, com a respetiva data de fixação, ainda não está confirmado por fonte primária.
Em setembro, o indexante já tinha atingido máximos desde 2024 em duas das três maturidades, o que reforça a leitura de uma trajetória ascendente que se mantém em outubro.
Porque está a EURIBOR a subir?
A subida da EURIBOR está associada às expectativas do mercado quanto à política monetária do Banco Central Europeu. Em setembro, previa-se que a decisão do BCE sobre juros pudesse pressionar o indexante em alta, e a subida de juros do BCE acabou por se confirmar nas semanas seguintes. Para quem quer perceber o que pode acontecer nos próximos meses, existe uma previsão da EURIBOR 2027 que acompanha os cenários do mercado.
Como calculas o impacto na tua prestação do crédito habitação?
O impacto desta subida só se sente nos contratos de taxa variável, e apenas na data de revisão do indexante, que pode ser trimestral, semestral ou anual, dependendo do contrato. O impacto da EURIBOR na prestação depende também do spread acordado no início do empréstimo. Para veres o efeito concreto no teu caso, podes simular diretamente no simulador de crédito habitação.
Se a prestação subiu de forma significativa, pode valer a pena avaliar a transferência de crédito habitação para outra entidade, sobretudo se o spread atual já não for competitivo.
O impacto desta subida só se sente nos contratos de taxa variável, e apenas na data de revisão do indexante, que pode ser trimestral, semestral ou anual, dependendo do contrato.
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