3 Emergências médicas nas quais um crédito pessoal pode salvá-lo

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Emergências Médicas
Existem despesas de emergências médicas com valores avultadíssimos, sendo que a maior parte das pessoas não dispõe desse dinheiro à mão de semear. Esta situação torna-se ainda mais premente para os gastos que não estão cobertos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Considerava que o SNS ou um seguro de saúde poderiam salvá-lo em todos os momentos de aflição? Nem sempre. Existem algumas situações em que pode ter de recorrer a um crédito pessoal com urgência. Esteja preparado para este SOS Finanças.

As contas médicas podem ascender a umas belas centenas ou milhares de euros, especialmente se houver cirurgias envolvidas. Por vezes, quando os imprevistos surgem e o seguro de saúde não cobre o que é necessário no momento ou se nem sequer tem um seguro, um crédito pessoal acaba por ser a solução mais viável.

Muitas pessoas até optam por recorrer ao cartão de crédito nestas situações, mas, na realidade, os créditos pessoais oferecem taxas de juro mais atrativas, para além da vantagem de serem pagos em prestações fixas, o que facilita a gestão do seu orçamento.

1) Pagar contas médicas antes da liquidação do prémio do seguro

Tem um seguro de saúde? Como sabe, existe uma percentagem de comparticipações nos seguros, dentro e fora da rede, sendo que, se precisar de ir a uma consulta ou de pagar um exame, vai ter de ser você a desembolsar esse valor e a companhia reembolsá-lo-á depois, somente ao fim de algum tempo.

Felizmente, a maior parte dos bancos e das instituições financeiras dá-lhe a pré-aprovação do crédito no espaço de um dia, por isso, face a uma situação inesperada, poderá solicitar um empréstimo para pagar os valores comparticipados em adiantado.

2) Pagar contas médicas que não estejam cobertas pelo seguro de saúde

Existem sempre limites máximos para o montante que os seguros cobrem para cada tipo de tratamento (por exemplo, a hospitalização pode só ficar garantida até 20 mil euros), sendo que qualquer montante adicional tem de ser financiado pela própria pessoa. Portanto, a menos que esteja a pagar umas quantas centenas de euros todos os meses para cobrir qualquer questão de saúde que lhe surja, o seu seguro só vai cobrir uma parte da sua despesa.

Se não conseguir suportar o montante que não está coberto nem quiser arruinar todas as suas poupanças que tanto lhe custaram a amealhar (o que é perfeitamente legítimo!), vai precisar de uma alternativa – neste caso, um crédito pessoal.

3) Liquidar a conta médica de um membro da família

Muitas pessoas esquecem-se de colocar dinheiro de lado para as suas emergências familiares. Imagine que, de repente, o seu filho fica seriamente doente (que o diabo seja cego, surdo e mudo!). Colocado perante um infortúnio deste género, vai precisar de crédito e, neste caso, o mais rápido possível.

Especialmente se precisar de fazer tratamentos que custam muito dinheiro (por exemplo, hemodiálise), um crédito pessoal vai ser necessário de certeza. Este até é um daqueles cenários que comprova que as suas finanças pessoais deviam ser à prova de emergências.

Sendo estas as emergências médicas nas quais pode precisar de um crédito pessoal, como é que pode escolher a melhor opção?

Desde logo, aceder à nossa plataforma de comparação:

Mas porquê? É extremamente importante informar-se e comparar as opções que existem no mercado antes de se comprometer com uma em específico, não obstante a urgência de um determinado acontecimento. Em termos de oferta disponível no mercado, existem créditos pessoais com TAEG desde 10% até 18% e TAN entre os 8% e os 12%, aproximadamente.

Na verdade, embora já exista uma variedade considerável de empréstimos especializados para a aquisição de equipamentos de energias renováveis e ainda os direcionados para estudantes (para que estes possam financiar a sua permanência no ensino superior), não é muito habitual a presença, no mercado financeiro português, de créditos na área da saúde.

Ainda assim, neste âmbito, é de salientar que a Caixa Geral de Depósitos criou um produto específico para estas circunstâncias de emergências médicas: o Crédito Pessoal Saúde Emergência. Este destina-se, como o próprio nome indica, a fazer face a problemas de saúde inesperados, mas com uma particularidade muito interessante: concede condições de financiamento exclusivas para consumidores que detenham um rendimento médio mensal igual ou inferior a três vezes o salário mínimo nacional. Vejamos as caraterísticas do mesmo:

  • Montante: mínimo de 5 mil euros
  • Prazo: 24 meses (mínimo); 120 meses (máximo)
  • Taxa de juro: indexada à EURIBOR a 12 meses; TAEG = 5,2% e TAN = 3,490%
  • Seguros associados: Vida e Proteção ao Crédito

Com base nos atributos acima delineados, para um crédito de 10 mil euros (sendo que o montante total imputado ao consumidor é de 11.315,06 euros), por 60 meses, a prestação mensal deste produto em específico ficaria em 184,90 euros.

Todavia, é importante notar que a taxa de juro deste empréstimo é indexada à EURIBOR (que flutua ao sabor do mercado) e por isso pode haver algumas oscilações na mensalidade. Se tiver receio desta questão e preferir ter um empréstimo destinado a despesas de saúde com uma taxa de juro fixa, fizemos esta simulação também para si. Por exemplo, no caso do crédito destinado a “Outros Projetos” no produto Crédito Pessoal Cofidis:

  • Montante: 10 mil euros (com montante total imputado ao consumidor de 13.171,80 euros)
  • Prazo: 60 meses
  • Taxa de juro: TAEG = 12,2%; TAN = 10,50€
  • Prestação mensal = 235,67€

Relativamente à alternativa anterior, por uma diferença de 50,77 euros pode ter uma prestação que terá a certeza de que não sofrerá modificações – muitas pessoas não gostam deste tipo de notícias de última hora!

Se em emergências médicas a rapidez e o imediatismo são uma prioridade para si, compare ainda a oferta do mercado ao nível de créditos rápidos.

Oxalá ninguém precisasse de se preocupar em financiar as suas despesas de saúde com emergências médicas. A saúde é um direito universal e o Estado tem o dever de assegurar a proteção à mesma, conforme o artigo 64º da Constituição da República Portuguesa.

No entanto, todos temos plena noção de que essa salvaguarda não é total e de que muitos custos nesta área têm de ser financiados pelas próprias pessoas, o que cria um grande peso no orçamento pessoal de uma família. Por isso mesmo, esperamos tê-lo ajudado com a opção de solicitar um crédito pessoal para este fim.

Nair Dos Santos

Sobre Nair Dos Santos

Especializada em Economia Internacional, a Nair iniciou o seu percurso profissional em Marketing Institucional. Alia a sua criatividade ao universo financeiro com o objetivo de ajudar os portugueses a melhorar a sua literacia financeira e contribuir para o desenvolvimento de uma economia sustentável.

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