Promovida pela WWF, a iniciativa convida cidadãos, empresas e governos a desligarem as luzes durante 60 minutos. O objetivo principal não é apenas reduzir a fatura de eletricidade, mas sim criar um alerta global para a crise climática e para a urgência em travar a perda de biodiversidade.
Muito mais do que poupar energia
Apesar de o gesto envolver o corte temporário de eletricidade, a organização esclarece que a ação tem um propósito vincadamente simbólico. A meta é chamar a atenção para a necessidade de restaurar a natureza e adotar práticas mais sustentáveis no dia a dia. Em 2026, o movimento procura transformar o tradicional apagão num ponto de partida para mudanças a longo prazo na sociedade.
Se planeias aderir, deves prestar atenção a todos os aparelhos não essenciais que continuam a consumir energia em modo de espera. Contudo, o desafio estende-se para além de carregar num simples interruptor. A WWF sugere que se aproveite este período para realizar atividades de baixo impacto, aprender mais sobre o nosso planeta ou debater medidas ambientais em família.
O que esperar em Portugal?
À semelhança de anos anteriores, vários monumentos emblemáticos de norte a sul do país vão associar-se ao movimento e ficar totalmente às escuras. A iluminação cénica de estruturas como o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, a Torre de Belém e a Ponte 25 de Abril costuma ser desligada durante esta hora de reflexão.
Além do gesto simbólico, diversas autarquias, organizações e espaços comerciais promovem atividades educativas, como exposições e workshops gratuitos. Estas iniciativas ocorrem de forma presencial e online, permitindo que qualquer pessoa aprofunde o seu conhecimento sobre a proteção dos ecossistemas.
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