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Consolidação de créditos: tudo o que deve saber

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Crédito Pessoal

O sobreendividamento ainda é um fantasma que assombra muitas famílias portuguesas. Antes de chegar a este ponto, o cliente deve ponderar uma consolidação de créditos. Para além de permitir um desafogo nas finanças pessoais, possibilita reduzir prestações mensais até 60%.

Se o consumidor pensa pedir um empréstimo, deve considerar alguns aspetos. Em primeiro lugar, não é aconselhável ter uma taxa de esforço superior a 50%, considerando que tem contratado um crédito à habitação, para não ter dificuldades em efetuar o pagamento das prestações mensais do financiamento em questão.

Ora, quantos mais créditos tiver no seu orçamento familiar (habitação, automóvel, formação, entre outros), maior será a taxa de esforço do cliente. E, muitas vezes, as famílias não consideram eventuais emergências ou situações desagradáveis que possam acontecer (como o desemprego de um dos elementos do casal, por exemplo) e começam a ter dificuldades em pagar os seus diversos empréstimos. É nestes momentos que faz sentido consolidar créditos.
A consolidação de créditos pode ajudar as famílias a fazerem uma melhor gestão das suas despesas direcionadas para empréstimos, uma vez que podem poupar imenso ao renegociar crédito. Em Portugal existem dois tipos de crédito consolidado a que se pode recorrer: com ou sem hipoteca.

No crédito consolidado com hipoteca do imóvel, é possível juntar o crédito à habitação ou dar a casa como garantia do pagamento do empréstimo. Ao fazer este tipo de consolidação de créditos, o cliente terá a possibilidade de aumentar o prazo do financiamento para o mesmo tempo disponível do crédito à habitação (que, em média, dura 30 anos).

Para além disso, pode-se ter a vantagem de ficar com taxas de juro semelhantes às praticadas no financiamento para a compra do imóvel. Esta situação só é possível porque a casa é dada como garantia.

No caso do crédito consolidado sem hipoteca também se pode fazer a consolidação de créditos num só. Esta solução permite que o cliente pague os seus empréstimos numa única prestação, mas com um prazo mais extenso. Caso o consumidor opte pela reestruturação de créditos por esta via, poderá ter uma taxa de juro mais baixa, o que permite uma poupança superior e menor esforço no pagamento das prestações mensais.

Qualquer que seja a opção escolhida, a verdade é que na consolidação de créditos é possível juntar todos os empréstimos num único, pagando apenas uma mensalidade mais reduzida devido ao aumento da duração do prazo. Tendo uma prestação inferior a pagar todos os meses, o agregado familiar terá maior hipóteses de recuperação da sua situação financeira.
Para as famílias em sobreendividamento, a consolidação de créditos pode ser uma ferramenta que permite reduzir prestações mensais dos empréstimos. A redução desta despesa permite ao agregado familiar aumentar o seu nível de poupança e, desta forma, reequilibrar o orçamento mensal e gerir as suas dívidas da melhor forma. Assim, a consolidação de créditos permite uma maior flexibilidade financeira.

As famílias que detêm diversos empréstimos em várias instituições financeiras sabem quão complicado pode ser dar seguimento aos pagamentos dos créditos, pois muitas vezes são em vários dias do mês, têm valores diversos e taxas de juro diferentes.

Fazendo uma consolidação de créditos, a prestação é só uma, num só dia do mês, com apenas uma taxa de juro e um prazo de pagamento, tornando todo o processo de gestão das finanças pessoais muito mais fácil e simples.

Apesar de este tipo de crédito poder ser concedido a qualquer pessoa, é mais destinado aos indivíduos que detêm diversos empréstimos (algo que não é difícil de encontrar nos dias que decorrem).

A prestação do crédito à habitação, do empréstimo pedido para comprar o carro da família ou do financiamento especializado para mobilar ou fazer obras em casa são despesas comuns a várias famílias portuguesas. A consolidação de créditos permite ter uma maior folga financeira para quem tem problemas bancários.
Existem duas situações nas quais os portugueses optam por uma consolidação de créditos. Por um lado, quem está em risco de sobreendividamento, devido a desemprego, divórcio, doença ou outra situação semelhante. Por outro, quem pretende poupar mais no valor que paga pelos seus encargos com empréstimos.

Assim, se o consumidor pensa em realizar uma consolidação de créditos, ficando apenas com um, há requisitos necessários que é essencial conhecer.

Em primeiro lugar, não se pode deter quaisquer prestações em atraso, pois a probabilidade de o crédito consolidado ser negado pela instituição financeira é bastante elevada. Para tal, o cliente deve negociar com o seu banco através do PERSI, por forma a regularizar primeiro as suas dívidas. Como tal, também não é possível fazer uma consolidação de créditos se o nome do cliente se encontrar na lista negra do Banco de Portugal.

Outro requisito prende-se com a idade máxima, que em Portugal é de 75 anos. Por fim, e tal como noutros empréstimos, a consolidação de créditos requer um fiador. Os fiadores são uma garantia, para os bancos, de que o montante em dívida será pago.
São óbvias as vantagens da consolidação de créditos. Por um lado, o agregado familiar fica com os empréstimos todos juntos, detendo apenas uma prestação mensal. Por outro lado, este pagamento fica mais reduzido, uma vez que o prazo de pagamento aumenta e as taxas de juro podem ser inferiores. Por fim, a consolidação de créditos permite ainda poupar em comissões (uma vez que se passa a ter apenas uma instituição bancária e não várias) e, em última instância, reorganizar as finanças pessoais.

Mas também é necessário considerar os aspetos menos positivos da consolidação de créditos para que o cliente possa tomar a decisão mais acertada. Uma vez que o período de reembolso vai aumentar, o consumidor irá pagar mais juros. No fim do prazo, o custo com o financiamento poderá ser superior ao que estaria previsto. Por outro lado, é possível que o cliente possa ser penalizado pelo reembolso antecipado, pelo que deverá informar-se de eventuais custos antes de o fazer.

Por fim, não se deve pensar na consolidação de créditos como uma forma de obter mais financiamento. Este é um pensamento que levará qualquer pessoa a ficar mais endividada devido à acumulação de empréstimos. É crucial fazer sempre um balanço entre os rendimentos e a possibilidade de pagamento.

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Ana Santos, 52 anos, Setúbal